No setor de dispositivos médicos B2B, a “precisão” de um monitor de glicose no sangue (BGM) é frequentemente discutida como uma palavra da moda de marketing. No entanto, para distribuidores e encarregados de compras clínicas, a precisão é uma função metrologia e ciência dos materiais. O componente mais crítico nesta equação é o material do eletrodo usado nas tiras de teste. Hoje, a indústria está dividida entre duas tecnologias primárias: Eletrodos de carbono (grafite) e Eletrodos de ouro (pulverizados).
Aqui está uma análise técnica de por que essa escolha é importante para seus resultados financeiros e para os resultados dos pacientes.
O núcleo do monitoramento eletroquímico da glicose é medir a microcorrente gerada pela reação entre a glicose e a enzima.
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Eletrodos de Carbono: Estes são produzidos através de serigrafia. Embora seja econômico, o carbono tem maior resistência elétrica. Isto pode levar a sinais "ruidosos" e tempos de reação mais lentos, especialmente em faixas de baixa glicose.
Eletrodos de Ouro: Gold é um maestro de elite. Camadas de ouro pulverizadas oferecem resistência próxima de zero, permitindo que o medidor capture até mesmo os sinais eletroquímicos mais fracos com alta fidelidade.
A vantagem do B2B: Os sistemas baseados em ouro geralmente oferecem tempos de leitura mais rápidos (5 segundos ou menos) com maior sensibilidade, um ponto de venda importante para ambientes clínicos profissionais.
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Para um distribuidor, o maior pesadelo é uma alta taxa de retorno devido à variação “Lote a Lote”.
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Carbono: A pasta de carbono para serigrafia está sujeita a variações microscópicas de espessura. Mesmo uma diferença de 2 mícrons na impressão pode alterar a leitura, levando a um desempenho inconsistente entre diferentes caixas de tiras.
Ouro: Eletrodos de ouro são normalmente fabricados usando Microgravação a laser. Este processo permite uma precisão submícron no espaçamento dos eletrodos.
A vantagem do B2B: A tecnologia Gold garante que o 1ª tira e a 1.000.000ª tira executar de forma idêntica. Essa confiabilidade reduz drasticamente as reclamações dos clientes e fortalece a confiança na marca.
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Os dispositivos médicos domésticos são frequentemente armazenados em ambientes não controlados (alta umidade ou flutuações de temperatura).
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Carbono: O carbono é mais poroso e pode ser suscetível à oxidação ou contaminação pela umidade ambiente ao longo do tempo, o que pode "desviar" a precisão da tira à medida que ela se aproxima da data de validade.
Ouro: O ouro é quimicamente inerte. Ele não reage com oxigênio ou umidade, garantindo que o sensor permaneça estável durante toda a sua vida útil.
A vantagem do B2B: Uma vida útil mais longa e estável significa menos deterioração de estoque para atacadistas e farmácias.
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